Dor ou queimação
A região pode apresentar dor profunda, ardência, pontadas ou sensação semelhante a choques.
Entenda por que a dor pode continuar mesmo após a cicatrização das lesões e como funciona um atendimento individualizado para a sensibilidade persistente no trajeto do nervo.
A pele pode cicatrizar, mas a dor, a queimação e a sensibilidade no trajeto do nervo podem permanecer.
O herpes-zóster ocorre quando o vírus varicela-zóster, que permanece no organismo após a catapora, volta a se manifestar.
Antes do aparecimento das lesões, algumas pessoas sentem queimação, formigamento, coceira, pontadas ou dor em uma região específica da pele.
Em seguida, podem surgir manchas e pequenas bolhas agrupadas, geralmente formando uma faixa em apenas um lado do corpo ou da face.
A intensidade da dor não depende apenas da aparência das lesões. Algumas pessoas apresentam poucas alterações visíveis, mas sentem dor intensa no trajeto do nervo.
Os sintomas podem variar conforme a região atingida, a intensidade da inflamação e a resposta de cada organismo.
A região pode apresentar dor profunda, ardência, pontadas ou sensação semelhante a choques.
Pequenas bolhas podem aparecer agrupadas sobre uma área avermelhada e dolorosa.
Alterações da sensibilidade podem surgir antes das lesões ou permanecer durante o processo de cicatrização.
O contato com roupas, água, vento ou lençóis pode ser percebido como doloroso.
A fase ativa precisa ser analisada por um médico. O profissional poderá confirmar a suspeita, avaliar a extensão das lesões e definir o tratamento indicado.
Neuralgia pós-herpética é o nome dado à dor que permanece na região atingida pelo herpes-zóster mesmo depois que as bolhas e feridas já cicatrizaram.
O nervo pode continuar irritado e sensível, produzindo sinais de dor mesmo sem uma nova lesão visível na pele.
A dor pode ser constante ou aparecer em crises. Algumas pessoas descrevem queimação, choques, pontadas, coceira dolorosa ou sensação de pele machucada.
A sensibilidade pode interferir no banho, no sono, no uso de roupas e no contato físico, afetando de forma significativa a rotina.
O primeiro atendimento busca compreender como foi o episódio de herpes-zóster, há quanto tempo a dor permanece e como a sensibilidade interfere na rotina.
A escolha depende da fase do quadro, da região atingida, da sensibilidade e dos tratamentos médicos em andamento.
Aplicação de luz terapêutica não invasiva que pode ser considerada em determinados quadros de dor e sensibilidade persistentes.
Recursos externos de estimulação podem ser considerados conforme as características da dor neuropática e a tolerância individual.
A aplicação respeita a sensibilidade da pele, a localização da dor e a resposta apresentada durante o atendimento.
Os recursos não substituem o diagnóstico médico, medicamentos, antivirais ou outros tratamentos prescritos. Não suspenda medicamentos sem orientação do profissional responsável.
Consulte pelo WhatsApp os horários disponíveis e a unidade mais conveniente.
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As respostas são gerais. O diagnóstico e a conduta devem considerar a fase do quadro e as características individuais.
Sim. Algumas pessoas apresentam dor, queimação, coceira ou formigamento na região antes do aparecimento das alterações na pele.
O nervo atingido pode continuar irritado e sensível mesmo depois da cicatrização. Quando a dor permanece, o quadro pode estar relacionado à neuralgia pós-herpética.
Não. A fase ativa do herpes-zóster, o uso de antivirais, medicamentos para dor e outras condutas devem ser acompanhados por um médico.
Os recursos não invasivos utilizados no atendimento não provocam dor. A aplicação é adaptada à sensibilidade e à tolerância de cada pessoa.
Não existe uma quantidade igual para todos. A frequência depende do tempo de evolução, da intensidade, da área atingida e da resposta individual.
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